quarta-feira, 28 de maio de 2014

MAR, MAR

 MAR, MAR

Gosto de ver um jardim florido
......Gosto de cultivar de semear e de colher
Gosto de ver o resultado do meu trabalho
........Gosto de caminhar pelo campo
Gosto de cuidar e proteger as flores
.......Gosto da beleza das fragas.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca


segunda-feira, 26 de maio de 2014

"O MAR"

"O MAR"

Gosto muito do mar e da sua brisa.
Quando preciso de pensar
Na vida e quando estou triste
É o mar que me dá tranquilidade
Gosto de ver o sol espelhado no mar
Gosto do calor e de relaxar na praia.
Gosto muito de caminhar à beira-mar
De manhãzinha e ao por do sol.
Gosto do cheiro e de tocar nas suas ondas.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

quinta-feira, 22 de maio de 2014

"ABISMO DA ALMA"

 "ABISMO DA ALMA"

Alma perdida
Esquecida de dor
Condenada num abismo
De um desdém atroz.
Porquê?
Não sei!
Quiçá o destino
Seja ou foi egoísta
Presa, sentenciada
A um amor cruel!
Fiel de ódio
Onde nós dois morremos
De um desdém cruel.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

segunda-feira, 19 de maio de 2014

"OLHARES"

"OLHARES"

Cruzámos.
Os nossos olhares cúmplices.
Falámos muito, mas...
Talvez não me recorde do quê.
Senti o teu olhar.
Como o calor dos nossos corpos.
Onde crescia o desejo.
Desejo natural.
Tornámo-nos murmurantes...
Nos silêncios
Nos gestos
Nos sentimentos
Sentados no escuro do quarto.
Olhámo-nos sem maldade.
Recordámo-nos onde que nos conhecemos.
São ermos os nossos caminhos.
Com luar
Com rosas
Noites silenciosas
Com calor
Apesar de tudo
Estávamos vivos e apaixonados.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca


segunda-feira, 12 de maio de 2014

"ALMA LIVRE"

 "ALMA LIVRE"

Nos dias de silêncio.
O meu coração não tem voz.
A dor dos outros, são os meus olhos.
Que vê a profundidade da alma.
Os segundos passam.
Ficam as lembranças.
Na mente, no corpo.
Elas só dizem que o tempo passou.
O resto é só saudade.
Triste das ondas, de uma voz calada.
Boca fechada, olhar ausente.
Hoje simplesmente.
Joguei o devaneio ao vento.
Num breve momento.
Sinto que a alma é livre.
Para toda a eternidade de uma vida vazia.
Murmurada ao vento.
Na sombra.
Cantada numa melodia triste.
Triste das ondas de uma voz calada.
Nos dias de silêncio, é só silêncio!

Isabel Morais Ribeiro Fonseca


sexta-feira, 9 de maio de 2014

DESCREVER-TE

 DESCREVER-TE

Amar-te é descrever-te.
Nos sonhos enlouquecidos.
Teu corpo é como uma canoa.
Em que me entregando à deriva.
O nossos corpos.
São casulos de infinitas sedas.
Sentir a tua pele.
Ser a saudade do teu doce gemido.
Roubar os teus beijos.
Gritos sem dor.
Ser o teu céu.
Sentir o bater do coração.
Ver nos teus olhos a paixão.
Soltas em mim o vulcão.
Tenho sede.
Dos rios do teu desejo.
Mergulho no teu corpo.
Delira como o mel da paixão.
Dois corpos que fundem.
Que se consomem sem fim.
A melodia que se fez poesia.
Amar-te é descrever-te.
É iluminar-te nas noites frias.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca


sábado, 3 de maio de 2014

IMPERFEITO AMOR

 IMPERFEITO AMOR

Morrer de amor
Morrer por ti
Trocar tudo
Trocar por ti
Por castelos se for preciso.
Príncipes perfeitos.
Jardim de borboletas.
Dorme comigo meu amor
Agasalha-me nas noites frias.
Sufoca-me de prazer.
Com o teu corpo.
Sufoca a tua boca à minha.
Até desfalecer na pele.
De um sorriso.
Imperfeito como o amor.
Bebamos e falemos
Pois nada é eterno.
Becos sem saída.
Resistimos ao cansaço.
Os nossos beijos são as línguas,
Delirantes de um poema.
Poema escrito com o corpo.
Amo-te meu amor.
Morro de amor, morro por ti.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca