segunda-feira, 27 de junho de 2016




Há pessoas que sabem tornar
Os nossos dias mais fáceis
As nossas dores mais amenas
Os nossos medos mais pequenos
A nossa ansiedade perder-se
A nossa alegria em felicidade
A nossa alma amar os afagos
Sentidos no peito em momentos
De carinho, ainda bem que existem
Estas pessoas a quem devemos
Agradecer todos os dias da nossa vida.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

quarta-feira, 22 de junho de 2016

LIMITES


LIMITES

Todos temos limites
Medidos pela nossa
Própria resistência
Da nossa capacidade
Onde o esforço é demais
Rompendo a corda vazia
De sentimentos de emoções
Escrevi como quem passa
Um dia, uma tarde na cama
Que acordamos num lugar distante
E que trocávamos um tesouro
De belas joias por missangas
Noites, dias em que ficávamos
Horas a respirar o sono de outros
Todos nós temos os nossos
Próprios limites medidos pela
Nossa própria dura resistência. 

ღ❣••❣ღ

Isabel Morais Ribeiro Fonseca


sábado, 18 de junho de 2016

POIS......♥

 POIS.....

As pessoas perfeitas não existem
- Somos todos imperfeitos
Na procura de alguém que aceite
As nossas próprias imperfeições.

* _*
<\--♥
_/|_

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

terça-feira, 14 de junho de 2016

MEU ANJO MEU AMOR


MEU ANJO MEU AMOR

Mesmo que fique sem as asas
Serei sempre o teu doce anjo
★♡★
Mesmo que me tapem os olhos
Sentirei sempre a tua presença

Mesmo sem asas serei um anjo
Uma sombra dos teus passos
★♡★
Meu anjo, meu filho, meu amor
Mesmo sem asas serás sempre

Um doce anjo no meu coração
Alma minha repleta de esperança
★♡★
Serei o teu amor da tua existência
Para afundar-me na tua doce ternura. 

★♡★★♡★★♡★★♡★

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

domingo, 5 de junho de 2016

NÃO LEVES A MAL

NÃO LEVES A MAL

Não leves a mal a minha frieza
Que eu ponho nos meus beijos
Abraços que tento dar-te, mas
Não consigo olhar-te nos olhos
Não é cansaço, nem tédio, eu sei
É apenas dor que sinto no meu
Peito, no meu corpo já sofrido
Sinto-me longe de ti, como o tempo
Chuvoso lá fora, lágrimas do rio
Nas veias que correm o sangue
Marés de saliva que cospe o fogo
Desta maldita insónia que interrompe
O sono de quem habita longe
Nas areias onde vive a minha alma
Nocturna, orvalhada, chuvosa noite
Solidão nos dias cruéis que eu sinto
Querer ser tua, amar-te loucamente
Morrer nos teus braços de desejo
Mas apenas sou um corpo magoado
Destas palavras tristes que te escrevo
Amor não leves a mal a minha frieza
É apenas cansaço, ou tédio, eu sei.

- ✿✿ ✿✿ - - ✿✿ ✿✿ -

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

quarta-feira, 1 de junho de 2016

CONFISSÃO


CONFISSÃO

Sou tudo, sou nada
Sou a mão do soldado
Que puxou o gatilho
Sou a lágrima da criança
Que se encontra perdida
Sou uma linha em branco
Que nunca foi escrita
Sou o assobio da bala
Que me feriu o peito
Eu sou a verdade
Feita na dura mentira
Sou um ser imperfeito
Nesta sociedade perfeita
Sou o beijo dado na face
Que transforma a tua alma
Sou a bomba que explode
No tempo já perdido
Sou o berço do futuro
Mãe, mulher, esposa
Sou a confissão bem feita
Que reza em devoção a Deus
Sou a voz que proclama
Não sou nada, sou tudo.

╭✿╭✿╭✿╭✿

Isabel Morais Ribeiro Fonseca