quinta-feira, 28 de maio de 2015

AMOR ! FRIOS SENTIDOS


AMOR ! FRIOS SENTIDOS

Quero sentir o teu forte abraço
Encostar a minha cabeça no teu ombro
Sentir o teu calor encher minha alma
Que muitas vezes esta vazia de palavras.

FRIOS SENTIDOS 

Num quarto frio
Numa cama triste
Abafo minha dor
De gritos amargurados
Fechados em palavras
 Escritos em poesias de amor.

 Isabel Morais Ribeiro Fonseca

sexta-feira, 22 de maio de 2015

ALDEIAS TÃO NOSSAS

 ALDEIAS TÃO NOSSAS

Aldeias de Trás-os-Montes
Lindas e belas, casas
Vazias com sentimentos
Sem gente com alma, charmosas
Desiludidas sem maldade, sem ódio
Sem crueldade, vaidosas
Esperam com saudade
Todos aqueles que as amam
Casas fechadas, tristes com história
Que gemem ao sentir os vivos
Com ânsia e saudade, com cheiro mofo
Casas de barro , de fragas a cair aos pedaços
Saudosas, sangrentas, sozinhas e frias 
 Das nossas lindas aldeias.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca

"GOSTO DE BRAGANÇA", PÁGINA.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

"OS POEMAS DORMEM DOCEMENTE "

 "OS POEMAS DORMEM DOCEMENTE "

Ando descalça pela calçada
Com os candeeiros velhos iluminados
Onde tiro as pedras da rua
Vejo-te ao longe, em passos largos
Afinal és aquele, com quem divido as minhas lágrimas
Murmúrios.... e desabafos
Contigo deixo a dor.......adormecer no desespero
E escrevo em poemas......todos os desejos
Cobertos de sentimentos áridos
Suspiros.....mágoas......e murmúrios
 Onde escuto as palavras passadas....
Cegas e ensurdecidas pela raiva.....
Esquecidas...de lágrimas..... e de risos...
Almas brilhantes...onde o mar cantava...
E canta.....uma bela melodia....
O vento falava com doces palavras, com gestos delicados
Onde eu voo com asas de um condor...ou de uma águia
No luar da meia noite...que eu tanto queria ver....
Dando a outra face, De um rosto...triste....e talvez envelhecido....
Dorme....docemente com os aromas......perfumes
 Cheiros de poesia...afinal ando descalça contigo.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

RETRATO

RETRATO

Hoje olhei o teu retrato
.......Estremeci de saudades
Talvez mais do que nunca
....Tive que calar-me
No meio do silêncio
....Cantava a minha alma
Procurava a voz do teu olhar
.....Queria olhar para dentro
Da tua alma e encontrar a minha
......Vi o teu retrato e sorri
Senti-te comigo, como se fôssemos um só.
 
Isabel Morais Ribeiro Fonseca

segunda-feira, 4 de maio de 2015

NASCE O AMOR

NASCE O AMOR

Hoje o dia nasceu mais cedo
Tenho nas minhas mãos
Uma camélia linda e perfumada
Que apanhei para ti
Transporta nas suas pétalas o carinho
O amor que sinto por ti
Dias e noites de beijos roubados
Nas desalinhadas letras
Que se entrelaçam nos nossos corpos.
Deste amor que nasceu e nasce todos os dias.

Isabel Morais Ribeiro Fonseca